96 minutos
Mona cresceu muito
apegada ao pai. Quando este adoece mentalmente, ela se refugia na
matemática, fechando-se para o mundo. Já adulta, sua mãe a
expulsa de casa e lhe arranja um emprego de professora de matemática
numa classe infantil. Lá ela se apega a uma das alunas e desperta o
interesse de um jovem professor, a quem ela evita. Agora ela terá
que morar sozinha e, querendo ou não, enfrentar seus medos e se
descobrir na vida.
A estória pode até
ser “bonitinha”, com lições sobre e coisas do tipo, mas o filme
é muito cansativo de assistir. Parece não ter um eixo definido.
E, sinceramente,
mesmo ajudando a explicar o comportamento autodestrutivo da moça, o
dito “conto de fadas” no início é bem de mau gosto.
Pode até agradar a
alguns fãs do gênero. Para mim só serviu para provar que amor tem
mais a ver com química do que com matemática.

