Durante a guerra civil americana, o
tataravô de Ben Gates evitou que um grande tesouro caísse nas mãos
de um grupo de conspiradores responsáveis pela morte do presidente
Lincoln. Agora, no presente, ele é acusado de ser um dos
conspiradores. Para provar a inocência do pai, Ben e seus amigos
saem de novo à caça de mais um tesouro. E como nunca é fácil,
desta vez terão até que sequestrar o presidente dos EUA para ter
acesso ao lendário livro dos segredos, onde mais uma pista se
esconde.
Tal qual o primeiro filme, possui um
bom nível de ação com um bom jogo de inteligência.
Durante a revolução americana os
maçons esconderam um imenso tesouro da era dos templários. E
fizeram um bom serviço. A família de Gates o tem procurado por
gerações e nada... até agora. Ele localizou uma pista num navio
enterrado no gelo. Pista que levará à outra e novamente à outra
escondidas em tesouros e locais históricos. Com seu alto
conhecimento em história e a tecnologia de seu amigo, Gates irá
decifrá-las, segui-las, encontrar o tesouro e honrar o nome da
família – e ficar rico, claro. Só que o grupo de um ex-amigo seu
também está na corrida, e não medirão esforços para chegarem
primeiro.
Envolvente filme de ação e astúcia.
Muito bom mesmo.
Em plena 2ª Guerra Mundial, os
americanos tem dificuldades na batalha contra os japoneses. Esses
tem conseguido decifrar os códigos de guerra americanos. Para
evitar que isso continue a acontecer, os americanos utilizam uma
língua indígena complexa. Assim, membros da nação indígena que
dominam a língua são recrutados como codificadores. Para garantir
a segurança deles, e a do código, soldados treinados são postos
como seus guarda-costas. Mas a principal missão destes é evitar a
todo e qualquer custo que o código caia em mãos japonesas – nem
que isso signifique o sacrifício do codificador.
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Filme baseado em fatos reais. Além
de um bom filme de ação, serve como estudo de um interessante fato
histórico.
O que você faria se
pudesse prevê seu próprio futuro? Chris Johnson tem esse dom,
limitado a apenas dois minutos a frente. Tempo suficiente para
muitas façanhas, como ganhar em jogos nos cassinos, desviar de balas
prevendo sua trajetória, escapar de policiais... Tal dom tem
chamado a atenção da agente Ferris do FBI, que quer recrutá-lo
para capturar alguns terroristas que ameaçam o país. Ele, no
entanto, se recusa a ajudar, acreditando que seus poderes são
insuficientes para isso. Assim, ele é perseguido pela agente e até
pelos terroristas.
Num restaurante ele
conhece Liz, uma jovem da qual a muito ele teve uma visão. Com ela
suas visões vencem a barreira dos dois minutos. Mas ela é raptada
pelos terroristas.
Filme com um bom
roteiro, baseado no romance The Golden Man de
Philip K. Dick.
Interessante,
e até revoltante, é o comportamento da agente Ferris. Mesmo sendo
salva por Chris, ela o prende e praticamente o tortura para obrigá-lo
a ver o futuro e deter os terroristas.
O espírito do
Motoqueiro Fantasma está cada vez mais sem controle. Ao invés de
proteger os inocentes (sua missão original quando ainda era um
anjo), ele passou a punir os culpados, não importando quão pequena
seja a infração. Com isso, Johnny tenta se esconder e conter o
espírito.
No entanto, um monge
nada convencional pede sua ajuda para encontrar e proteger um garoto
perseguido por forças malígnas que só o motoqueiro fantasma pode
enfrentar. Em troca o monge promete libertá-lo de sua maldição.
Neste segundo filme o
visual do motoqueiro fantasma quase dá para assustar mesmo. Perdeu
aquele tom de motoquerio heavy metal
e adquiriu um aspecto mais sombrio, com até o casaco derretendo e
borbulhando. Apesar de nada agradável à primeira vista, condiz com
a fase de loucura do personagem.
O
roteiro é bem típico de uma história em quadrinhos. Não chega a
ser ruim, mas tanto ele quanto a produção poderiam ser bem
melhores. Afinal, é um personagem da Marvel. Deve ter faltado mais
boa vontade do que orçamento.
Joe é um assassino
profissional com algumas regras. Por isso vive solitariamente e até
mata jovens que contrata para ajudá-lo nos serviços. Assim não
fica rastro.
Bangkok é apenas mais
um serviço. E novamente contrata um jovem para ser seu contato com
o contratante. Mas, sem saber bem o porque, ele se torna o professor
desse jovem, que o vê como uma espécie de justiceiro. E
continuando a quebrar suas regras, o assassino se apaixona por uma
moça surda e meiga.
No entanto, quebrar as
próprias regras só atrapalha o serviço.
O filme até tem
alguma ação e só. O final alternativo disponível nos extras do
dvd é melhor que o original.
Milton está no
inferno, literalmente. Mas quando sua filha é assassinada e sua
neta raptada para ser sacrificada, nem as portas do inferno o
seguram. Agora, aliando forças com uma bela jovem e fugindo de um
dos servos do Diabo que o quer levar de volta, ele fará de tudo para
resgatar sua neta. E como para alguém que não tem nem a própria
alma a perder?
O filme tem
bastante ação e não vai decepcionar (muito) a quem gosta só
disso. Só algumas cenas de matança desenfreada que me pareceram
exagerada a um ponto quase trash.
O enredo parece
ter saído de alguma HQ. Serve como entretenimento, mas não tem
suspense e zero absoluto de romance.
Numa idade medieval onde as bruxas não são apenas lendas, uma jovem é acusada de bruxaria e de lançar a peste. Para eliminar a terrível doença, esta jovem terá que ser levada a um monastério onde os monges lerão um poderoso livro sagrado que tirará os poderes dela. Mas quem levará a bruxa até lá? Para esta tarefa são recrutados dois soldados veteranos desertores das cruzadas.
Apesar do prodigioso Nicolas Cage como protagonista, o filme não chega a ser grande coisa. De fato, não surpreende em parte alguma. O roteiro é bem simples e certamente a produção não exigiu muito esforço. O melhor que se pode tirar dele é se questionar se você está lutando pela causa certa, como os soldados desertores que perceberam que estavam matando inocentes. No mais, é uma aventura digna de uma sessão da tarde com pipoca, e nada mais.
O feiticeiro Merlim (sim, aquele do rei Arthur) teve três aprendizes: Balthazar Blake, Verônica e Maxim Horvath. Este último o trai na luta com sua arqui-inimiga, a feiticeira Morgana. Para salvar Balthazar, Verônica lança um feitiço que aprissiona o espírito de Morgana em seu corpo. Mas esta começa a dominar o espírito de Verônica. Balthazar então lança um feitiço que prende Verônica em um recipiente e, consequente, Morgana.
Nesta luta Merlim é ferido e passa a Balthazar um anel de dragão que lhe indicará o primeiro merliano, o único que poderá realmente derrotar Morgana. Com um feitiço que o impede de envelhecer até que cumpra sua missão, este passa os séculos seguintes procurando o jovem que será este merliano.
Numa excursão escolar, o pequeno Dave se afasta do grupo e vai parar numa loja de antiguidades onde conhece Balthazar. Este lhe mostra o anel que reage ao menino. Mas o poder do anel leva também a libertação de Horvath. Para detê-lo, Balthazar se prende com seu inimigo num jarro. O menino sai correndo e é encontrado pela professora.
Dez anos e muitas terapias depois, o jovem nerd Dave está na faculdade, onde reencontra seu amor de infância, Becky Barnes, e tenta atrapalhadamente conquistá-la. Para ajudar, ressurgem os fantasmas de seu passado que conseguiram sair do jarro. Enquanto Harvath procura pelo recipiente onde está Morgana, Balthazar ensina a Dave a arte da feitiçaria, para que este possa detê-la.
Parece que Harry Potter continua fazendo seguidores, embora não tão bons quanto.
Apesar de ser da Disney, ou talvez por isso, o enredo é um pouco fraco e previsível. Até a cena em que Dave põe os esfregões para trabalhar com magia, numa clara referência ao filme “Fantasia”, não surpreende. Deixa aquela sensação de “esperava que algo assim acontecesse” devido ao título. A produção até que é boa, mas podia ser bem melhor. E a luta final merecia ir além das bolas de energia no estilo Dragon Ball.
Nomes de peso no elenco procuram dar certa credibilidade ao filme. Mas esse truque só serve para aumentar a bilheteria, as espectativas e a dose de frustração. Usar uma musa como Monica Bellucci para fazer uma ponta com meia dúzia de palavras é um senhor desperdício.
No geral você vê o filme e no final diz “bom” sem muita convicção. Vale o aluguel que se paga para vê-lo no Home Theater comendo uma pipoca com as crianças. Mas para o cinema teve opções melhores para o valor dos ingressos.